Mônica Horta

Quem sou

Mônica Horta – artista plástica/biomimeticista, jornalista, curadora de brasilidades e fazedora de cultura; tenho como fundamento do meu trabalho a conexão com a natureza.

Em 94, iniciei minha carreira de jornalista, e fui a primeira a abordar sustentabilidade aplicada em moda e artesanato no País. Fui também a primeira comunicadora do Brasil a realizar um projeto específico de curadoria e divulgação de criadores autorais de moda, publicado na minha coluna na Mídia Ninja [2017 a 2019].

Como artista, já em minha primeira exposição individual de Wearable art, “Coletes”, em 1989, fiz um protesto sobre uso de peles de animais na moda; daí pra frente, o envolvimento com sustentabilidade norteou a minha vida pessoal e profissional. Integrei mostras de arte individuais e coletivas, nacionais e internacionais.

Formada em estilismo, criei figurinos para cinema, teatro e televisão. Pesquiso e desenvolvo processos artesanais há mais de 30 anos, tendo ministrado oficinas de moda sustentável desde 2012, em instituições renomadas como a USP, – onde proferi palestras -, e em todas as regiões do País e algumas no exterior.

Como fazedora de cultura, realizei inúmeros eventos inovadores envolvendo a diversidade autoral de criativos, com a participação de representantes de todas as regiões do Brasil, como o Ecochic Day, em [SP/SP – 2011] – primeiro evento brasileiro de economia criativa, e vários outros projetos/eventos inéditos em nível nacional, como a “Semana de Moda Moderna de 22”, no qual curei a Mostra #ModaDoNovoMundo, que reuniu 30 criadores de 18 estados, no Centro Cultural São Paulo [SP/SP – 2022].
Também realizei e assinei a curadoria de projetos em comunidades de artesãos tradicionais como o “Paraty feito à mão” [Paraty/RJ – 2014], e projetos de arte como a primeira exposição do renomado fotógrafo Gleeson Paulino, no Conjunto Nacional [SP/SP – 2012].

Além de idealizar e desenvolver projetos especiais e realizar eventos customizados, atualmente me dedico ao projeto que é a soma de todas as minhas vivências: construção do “Espaço Carimbó” – espaço de encontros entre arte, natureza, ancestralidade e futuro, situado na Ilha Cotijuba, em Belém do Pará, onde resido.

Preparo também o meu livro “A moda do novo mundo” – [celebrando 30 anos de jornalismo] e a a instalação “Bioencantaria” [uma série de ninhos híbridos, inspirados em biomimética].